O assopro sulfuroso que emana de nosso intestino pode ser em alguns casos uma simples e inocente flatulência ansiosa por conquistar o mundo, ou um furioso prenúncio de que o "barro" clama por porcelana. A popular "bufa" pode ser uma aliada em algumas situações. Contudo, pode pôr tudo a perder em outras, e é necessário jogo de cintura para saber lidar com tamanha responsabilidade.
Não é necessário ser um grande gênio para constatar o óbvio: 90% dos seres humanos deveriam ter sua carteira de habilitação cassada por simples inaptidão para operar algo mais complexo do que um velotrol de jardim de infância. A nação malignermânica, num ato global comunitário, divulga neste manual prático algumas informações com o fim de tentar diminuir os problemas do caótico trânsito das cidades e – talvez – tentar salvar algumas vidas.
Presume-se que, na condição de um honorável cidadão malignermês, o cavalheiro acredite que compromissos devam ser levados a sério. E como se presume também que o cavalheiro resolveu amarrar seu burro em um bom lugar, a detentora do famigerado título de Dona Patroa, com certeza é uma criatura que compartilha do mesmo sangue e da mesma postura. Portanto, preservar o relacionamento é algo presumidamente desejável. Se você é um cidadão malignermês que se enquadra nesta situação e está com dúvidas no tocante a seu comportamento junto aos pares da sua malignermesa, talvez este capítulo do Dossiê Tático Malignermês será muito útil.
Malignermânia. Lar dos bravos. Lar dos fortes.
A terra prometida. O continente perdido. O porto seguro.

A Malignermânia, terra natal dos malignermeses, é um país soberano onde os meses dos anos têm o nome de atrizes pornô. As semanas têm apenas cinco dias, e o truco é o esporte oficial. O lugar que vive no imaginário de todos os homens de bem. O lugar que vive nos sonhos mais selvagens de todos aqueles que têm bom humor o suficiente.
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